domingo, 3 de maio de 2015

“As vezes sinto falta de ter alguém. Era bom ter alguém para ligar, para ouvir palavras fofas, para ter para quem escrever textos clichês e meigos. Para ser a última voz que ouço antes de dormir e a primeira depois de acordar. Sinto falta de ter um dono para os meus sorrisos, um alguém para compartilhar uma piada mesmo que eu não saiba a contar. Sinto falta de ter alguém para cuidar e ser cuidada. E eu sei que se um dia eu o tiver outra vez, o que mais tenho a oferecer? Algumas feridas não cicatrizadas e muitas paranoias. Não tenho nada que agrade, nada que faça a pessoa ficar.”

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